O que suporto é o salto alto doendo no pé, é o vestido apertado em todos os músculos e pneuzinhos que surgiram ao longo do tempo amarrados, é meu cabelo preso e arrumado como se fosse de plástico, fios sintéticos, apáticos e parados: sou carne, sangue, ossos, água, cansada de ouvir tantas perguntas inúteis, e tão fáceis de responder, mas prefiro o silêncio, que mil palavras que não digam nada, ou apenas uma palavra que descreva a minha alma e desnude meu corpo...
Liberdade...
Não és só um nome: mais um sentimento!
CÉU
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